Com o Woodstock, surge o movimento hippie, relacionado a busca por um estilo de vida ideal, sem guerras ou competições. O anti-consumo deixou os cabelos crescer e elegeu os brechós como o lugar perfeito para comprar roupas e acessórios. As drogas alucinógenas eram consumidas pelos jovens e, assim, surge a expressão "psicodélico" - que influenciou todas as expressões de arte, da música e da moda. Nesta fase aparecem as roupas feitas de patwork e tingidas no estilo tie-dye. É a valorização do artesanato. Os estilistas da época eram Thea Portes, que fazia roupas com tecidos árabes e turcos, e Laura Ashley, a dama do estampado “liberty”, ambos com lojas em Londres. Foi o auge dos sapatos plataforma, das calças boca-de-sino, das meias de lurex, do poliéster e dos signos do zodíaco. O conceito de exclusividade foi modificado e a produção em massa (ready-to-wear) dominou o mercado. Os cortes luxuosos foram substituídos por batas soltas e pelo jeans. O chique perdeu lugar para o kitsch, punk e retrô. A juventude rebelde apenas se importava em contrariar toda e qualquer regra imposta pela sociedade. O Oriente passou a ser observado e muitos dos costumes, principalmente religiosos, foram adotados no Ocidente.

O estilo hippie dominou no mundo... Paz e Amor!
Fonte: Almanaque da Folha.
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